Arte Manhas


 
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Arte Panamenha
Pintura | Escultura | Arquitetura

O Panamá apresenta talentosos artistas que utilizam diversos gêneros de pintura: aquarela, pastel, óleo, acrílico. Criando seus próprios estilos e combinações de expressões artísticas, surgem novas técnicas que muitas vezes retratam ainda os estilos antigos. Toda essa arte pode ser apreciada nas galerias, palácios e museus panamenhos. A pintura acadêmica, o abstracionismo, o realismo e tantos outros gêneros enriquecem a evolução da pintura panamenha. Um importante e efervescente movimento artístico culminou nos anos 50, destacando nomes como Alfredo Sinclair, o precursor da pintura contemporânea no Panamá, Guillermo Trujillo, Carlos Arboleda, Mario Calvit. Com os conhecimentos e recursos plásticos adquiridos na Escola Nacional de Belas Artes, iniciava-se a pintura contemporânea no Panamá, o que provocou grande impacto na pintura acadêmica. A partir dos anos 60, surgiram novas instituições de arte que contribuíram para o desenvolvimento da arte no país, com destaque para o nome de Manuel Chong Neto, Coqui Calderón e outros. Nas décadas de 70 e 80, o patrocínio veio estimular as exposições coletivas e individuais. Novos recursos plásticos passaram a ser utilizados além dos já reconhecidos e plenamente aprendidos e dominados pelos panamenhos nas escolas de artes do México, Buenos Aires, Estados Unidos, França e Espanha, consolidando o emergente mercado da pintura contemporânea. Destacamos Teresa Icaza, Amalia Tapia, ambas pintoras autodidatas, e ainda Isabel de Obaldía e Olguita Sinclair, voltadas para uma tendência figurativa e autobiográfica. As buscas continuam, pois o momento da criação é sempre o grande desafio do artista plástico.


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