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Arte Sul-Africana
Pintura | Escultura | Arquitetura |
Iniciada há milhares de anos nas paredes das cavernas, a pintura sul-africana denota tradição artística e bom gosto, revelando artistas fantásticos e sensíveis que não abrem mão de expressar nos seus trabalhos a cultura do seu país. Avançando no tempo e chegando ao século XIX, pintores concentraram sua preocupação na expressão da arte local, buscando suas raízes e pintando paisagens locais, a fauna e a flora, seu povo, sua identidade nacional, porém sem abandonarem o desenvolvimento das metrópoles.

Já nas primeiras décadas do século XX, as paisagens sul-africanas foram expressas com bastante sensibilidade, beleza e geometria, sem da mesma forma fugir à ideologia nacionalista. Mais adiante foram sendo introduzidas as técnicas e expressões do pós-impressionismo e expressionismo.

O novo espírito cosmopolita chegou definitivamente ao país revelando gerações e gerações de artistas sul-africanos que renovaram a arte com o abstracionismo e o modernismo, utilizando técnicas estilizadas e de muita cor. Após a II Guerra Mundial, o sentimento artístico europeu invadiu o país com uma pintura detalhista, sofisticada, expressa nos auto-retratos, na nudez e também nas paisagens.

Com os anos do Apartheid (colocar link) (1948-1994), assim como na era colonial, os pintores negros foram negligenciados e os pintores brancos receberam treinamento e aperfeiçoamento formando uma classe artística representativa da África do Sul.
Apesar de toda a evolução da expressão artística, um grupo se formou para incentivar a arte em pedra e cultuar as tradições sul-africanas sem no entanto comprometer a beleza da arte contemporânea. Um vasto sortimento de materiais tem trazido riqueza de criatividade para o cenário contemporâneo. Do passado tradicionalista ao futuro incerto muita produção e inovação artística tem sido apresentada nas galerias e museus de Johannesburg, Durban e Cidade do Cabo.
