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Ópera de Pequim

A ópera de Pequim, da China, é um tesouro nacional com uma história de 200 anos. Em 1790, no reinado do imperador Qianlong, grupos de óperas resolveram formar um círculo teatral em Beijing. Através de mais de meio século, a combinação e a integração de vários tipos de ópera na China desenvolveram a atual ópera de Pequim, o maior gênero de ópera na China, com riqueza de repertório, grande número de artistas e de uma grande influência na cultura chinesa. Ela é uma síntese de ação, canto, diálogos, mímica, acrobacias, lutas e dança, para representar uma história mostrando os mais diversos sentimentos. Na ópera de Pequim existem quatro papéis principais: sheng (masculino), dan (uma jovem), jing (homem com rosto pintado) e chou (palhaço que pode ser homem ou mulher). Seu repertório compreende histórias de fadas das dinastias antigas, acontecimentos históricos, imperadores, gênios e grandes belezas. Sua música possui uma melodia com ritmos harmoniosos e agradáveis aos ouvidos, acompanhada por instrumentos de percussão e cordas. Seu guarda-roupa é gracioso, elegante, com muito brilho e normalmente bordados. Após sua turnê no Japão em 1919, a ópera de Pequim tornou-se mais popular e conhecida em todo mundo e fez várias apresentações na Austrália, Brasil, países da Europa e Ásia.


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